Entender o seu padrão
Na avaliação inicial, a Dani olha com você para a sua história com o arrancar: em que situações acontece, há quanto tempo, o que já foi tentado e como isso pesa na sua rotina.
Acompanhamento online e particular com foco em tricotilomania, o hábito de arrancar cabelo, cílios, sobrancelhas ou outros pelos do corpo.
Com Dani Arruda, psicóloga · CRP 01/22791
Conversar pelo WhatsAppA primeira mensagem é só para tirar dúvidas.
Você não precisa explicar nada que não queira.
Às vezes, o que parece pequeno para os outros ocupa muito espaço na sua vida.
A mão vai até o cabelo, os cílios ou a sobrancelha quase sem você perceber.
Você mantém sempre o mesmo penteado, usa maquiagem ou boné para disfarçar as falhas.
Já deixou de ir à praia, à piscina ou à academia para ninguém notar.
Sente desconforto quando alguém olha ou toca no seu cabelo.
Já prometeu que seria o último fio, ficou alguns dias sem arrancar e depois voltou.
Gasta tempo e dinheiro com spray, fibra capilar, aplique ou procedimento para esconder o que aconteceu.
Se algumas dessas frases fazem parte da sua rotina, saiba que isso acontece com muito mais gente do que parece. E esse comportamento tem tratamento psicológico.
Esse comportamento tem nome: tricotilomania. Ele faz parte dos chamados comportamentos repetitivos focados no corpo, o mesmo grupo de roer unhas e cutucar a pele.
Muita gente passa anos ouvindo que basta ter força de vontade, usar luva ou cortar o cabelo curto. Quando não dá certo, a culpa cai sobre a própria pessoa.
Só que o arrancar costuma aparecer em momentos bem específicos, como no tédio, na ansiedade, no cansaço, durante uma tarefa que exige concentração ou na hora de deitar. Muitas vezes a mão já está no cabelo antes de a cabeça perceber. Por isso a promessa de parar a partir de amanhã raramente se sustenta sozinha.
As sessões são individuais, online, por videochamada, com abordagem baseada na terapia cognitivo-comportamental.
Na avaliação inicial, a Dani olha com você para a sua história com o arrancar: em que situações acontece, há quanto tempo, o que já foi tentado e como isso pesa na sua rotina.
Você aprende a notar os sinais que vêm antes do comportamento, inclusive os automáticos, e monta estratégias práticas para os momentos de maior risco.
O acompanhamento segue para lidar com recaídas, ajustar o que não funcionou e cuidar do que vem junto, como a vergonha e a relação com a própria imagem.
O tempo de acompanhamento varia de pessoa para pessoa e é conversado a partir da avaliação.
Quer entender como seria no seu caso?
Conversar pelo WhatsAppIsso acontece com frequência e não significa que o seu caso não tenha jeito.
Muita gente chega aqui depois de anos tentando sozinha, de tratamentos que cuidavam só da falha no cabelo ou de acompanhamentos que não tinham esse comportamento como foco.
Aqui, o arrancar é o assunto principal desde a primeira sessão. E recaída é tratada como parte do processo, uma informação para ajustar a estratégia, sem julgamento.
Se esta é a primeira vez que você procura ajuda, tudo bem também. Você não precisa chegar sabendo o nome do que tem nem com tudo explicado.
O primeiro passo pode ser só uma conversa.
Toque no botão. O WhatsApp abre com uma mensagem pronta, é só enviar.
A equipe explica como funciona o atendimento online, os valores e os horários disponíveis.
Se fizer sentido para você, já combinamos o melhor horário. A sessão é por videochamada, de onde você estiver.
Respondemos em horário comercial. Fora dele, sua mensagem fica registrada e retornamos assim que possível.
Psicóloga · CRP 01/22791
Sou Dani Arruda, psicóloga e fundadora da Clínica Pare Mãos!.
Conheço a tricotilomania de perto, porque também convivi com ela. Foi essa experiência que me levou a estudar o tema a fundo, desde 2016, e a dedicar meu trabalho a quem passa pelo mesmo.
Hoje meu atendimento é voltado aos comportamentos repetitivos focados no corpo, principalmente o arrancar de cabelo, cílios e sobrancelhas.
✓ Psicóloga, CRP 01/22791
✓ Pós-graduada em terapia cognitivo-comportamental
✓ Estuda tricotilomania desde 2016
✓ Fundadora da Clínica Pare Mãos!
Sim. A tricotilomania é reconhecida como transtorno e tem tratamento psicológico. A terapia cognitivo-comportamental, linha deste atendimento, está entre as abordagens mais estudadas para esse comportamento.
As sessões acontecem por videochamada, com o mesmo sigilo do presencial. Você só precisa de um lugar reservado e conexão estável, e pode ser atendido de qualquer cidade do Brasil.
Sim. O acompanhamento contempla o arrancar de fios em diferentes regiões do corpo.
Depende de cada caso. Na avaliação inicial, a Dani conversa com você sobre a frequência das sessões e como o acompanhamento deve seguir.
Não. O atendimento é particular e não é feito pelo SUS. Valores, formas de pagamento e horários são informados pelo WhatsApp.
Não. A primeira conversa serve para você entender como funciona. Você conta o que quiser, quando se sentir à vontade.
Esta página é sobre o atendimento online para adultos. A Clínica Pare Mãos! também tem atendimento infantil presencial em Brasília. Se for o caso, avise na conversa.
Manda sua pergunta pelo WhatsApp. Você tira suas dúvidas sem obrigação de agendar.
Conversar pelo WhatsAppPergunte como funciona o acompanhamento psicológico particular e online para quem quer parar de arrancar cabelo. Você tira suas dúvidas sem obrigação de agendar.
Conversar pelo WhatsAppDani Arruda | Psicóloga | CRP 01/22791